Tratamento de dor crônica em Florianópolis
Dor que persiste por mais de três meses funciona por mecanismos próprios. Tratar só com analgésico raramente resolve — e é por isso que a abordagem aqui é multidisciplinar.
- Avaliação médica com foco em dor
- Fisioterapia e movimento orientado
- Apoio psicológico quando indicado
Por que a dor crônica é diferente
A dor aguda avisa que algo está errado. A dor crônica, não: ela persiste mesmo depois de a lesão inicial ter cicatrizado, porque o sistema nervoso passou a processar o sinal de forma amplificada. É um fenômeno real, mensurável, e não “coisa da cabeça”.
Isso muda o tratamento. Aumentar a dose do analgésico costuma trazer efeito colateral sem benefício duradouro. O que funciona é combinar: medicação certa na dose certa, movimento graduado, sono organizado e abordagem dos fatores emocionais que a dor de longa duração inevitavelmente provoca.
Quadros que acompanhamos
- Dor lombar crônica
- Dor cervical e cefaleia tensional
- Fibromialgia
- Osteoartrite de joelho, quadril e mãos
- Dor neuropática e neuropatia diabética
- Dor após cirurgia ou trauma
- Dor associada à doença venosa e ao edema
Como estruturamos o tratamento
Mapeamento da dor
Localização, tipo, gatilhos, impacto no sono e nas atividades. Sem isso, o tratamento é chute.
Revisão de medicações
Ajuste do que ajuda, retirada do que só traz efeito colateral. Analgésico em uso contínuo pode piorar dor de cabeça, por exemplo.
Movimento com dose
Fisioterapia e exercício graduado. Repouso prolongado piora dor crônica.
Suporte psicológico e hipnoterapia
Recursos com evidência no manejo da dor persistente, disponíveis na mesma clínica.
Perguntas frequentes
Vou ter que tomar remédio para sempre?
Não necessariamente. O objetivo é usar medicação para permitir o movimento e o sono, enquanto as outras frentes atuam. Em muitos casos a dose é reduzida ao longo do tratamento.
Exercício não vai piorar a minha dor?
Exercício na dose errada piora; na dose certa, é um dos tratamentos com melhor evidência para dor crônica. Por isso a progressão é conduzida por fisioterapeuta, e não deixada por conta própria.
Já fiz de tudo e nada resolveu. Vale tentar de novo?
Frequentemente o que faltou foi a combinação, não o tratamento em si — cada frente foi tentada isolada e por pouco tempo. Uma reavaliação estruturada costuma encontrar caminhos ainda não explorados.


