Geriatria em Florianópolis: envelhecer com autonomia
O geriatra é o médico que olha a pessoa idosa por inteiro — não uma doença de cada vez. Avaliamos memória, medicações, equilíbrio, humor, nutrição e força na mesma consulta.
- Consulta longa, com tempo para ouvir
- Revisão de todas as medicações em uso
- Plano escrito, em linguagem clara
O que faz um geriatra
Depois dos 60 anos, os problemas de saúde raramente aparecem sozinhos. Pressão alta, diabetes, dor no joelho, insônia e esquecimento convivem — e cada especialista costuma olhar só o seu pedaço. O resultado é uma sacola de remédios que interagem entre si e ninguém revisou.
O geriatra faz o movimento oposto: reúne o quadro inteiro, entende o que é doença e o que é efeito de medicação, define o que realmente precisa de tratamento e o que pode sair da receita. O objetivo não é apenas viver mais — é continuar tomando banho sozinho, cozinhando, saindo de casa e reconhecendo quem se ama.
Quando procurar um geriatra
- Esquecimentos que estão atrapalhando o dia a dia
- Quedas, tonturas ou insegurança para caminhar
- Uso de cinco ou mais medicamentos diferentes
- Perda de peso, de apetite ou de disposição sem explicação
- Confusão mental após internação ou cirurgia
- Tristeza, isolamento ou perda de interesse pelas atividades de sempre
- Dificuldade para dormir ou sono trocado
- Familiares que perceberam mudança de comportamento
Como é a consulta com o geriatra na Clínica Simi
História completa
Ouvimos o paciente e, com autorização dele, também a família. É onde aparecem as informações que nenhum exame mostra.
Avaliação funcional
Testamos marcha, equilíbrio, força e cognição com instrumentos validados. É o que mostra o risco real de queda e de perda de autonomia.
Revisão de medicações
Cada remédio é conferido: para que serve, se ainda é necessário, se interage com outro. Retirar o que sobra costuma melhorar mais que acrescentar.
Plano de cuidado
Você sai com orientações escritas, ajustes de tratamento e, quando indicado, encaminhamento para fisioterapia, psicologia ou nutrição — tudo aqui mesmo.
Condições que acompanhamos
- Demências e alterações de memória
- Doença de Alzheimer e doença de Parkinson
- Osteoporose e risco de fratura
- Síndrome de fragilidade e sarcopenia
- Quedas de repetição
- Hipertensão, diabetes e doenças crônicas na terceira idade
- Depressão e ansiedade no idoso
- Insônia e distúrbios do sono
- Incontinência urinária
- Polifarmácia (uso excessivo de medicamentos)
Geriatria e reabilitação caminhando juntas
Consulta boa sem tratamento não muda nada. Por isso a geriatria da Clínica Simi trabalha lado a lado com a fisioterapia geriátrica: quando a avaliação mostra risco de queda ou perda de força, o paciente já inicia o programa de fortalecimento e equilíbrio na mesma clínica, com o fisioterapeuta informado sobre o quadro clínico completo.
Perguntas frequentes
Com quantos anos devo começar a consultar um geriatra?
A partir dos 60 anos já faz sentido, mesmo sem queixas — é quando a avaliação preventiva rende mais. Antes disso, procure se houver perda de autonomia, várias doenças crônicas ou uso de muitos medicamentos.
O geriatra substitui o clínico geral e os outros especialistas?
O geriatra costuma assumir o papel de médico de referência do paciente idoso, coordenando o cuidado. Ele não substitui o cardiologista ou o ortopedista quando há indicação, mas evita que cada um trate isoladamente.
Preciso levar os exames e as caixas de remédio?
Sim, e faz muita diferença. Traga exames dos últimos 12 meses e, se possível, as caixas ou uma foto de todas as medicações em uso, incluindo as que o paciente toma por conta própria.
Esquecimento é sempre demência?
Não. Boa parte dos esquecimentos tem causas tratáveis: depressão, alteração de tireoide, falta de vitamina B12, efeito de medicação e insônia estão entre as mais comuns. A avaliação serve justamente para separar o que é reversível.

